Agressão gratuita

Ano passado eu passeava pelo pátio de estacionamento com meu pet e ao passar na entrada de um dos prédios meu cão ficou cheirando uma marca de urina e não queria sair de perto.

Na mesma ocasião , a subsíndica surgiu alarmando para não deixar fazer xixi.

Eu ri e disse para ela ver que não se tratava disto e sim de um xixi seco.

Ela nem quis conferir o que eu disse e passou a me empurrar e me ameaçar. Nisso apareceu um morador daquele prédio ai qual expliquei o ocorrido e invés dele ajudar a fazer a subsíndica parar de me agredir ele levantou o punho contra mim. A síndica geral que mora no mesmo prédio desceu e discuti o assunto lembrando a ela de outros dois casos semelhantes e ela revelou terem sido praticados por seu filho e seu companheiro.

Pessoas que me conhecem me tiraram de lá, e fiz BO. Mas não confirmaram as agressões. E ainda me tratam mal, convencendo os demais a não falarem comigo. Medo de que eu me candidate a Síndico?

Descobri que uma Associação de Mulheres naquele prédio que reune moradoras do condomínio e talvez do conjunto habitacional todo, engajadas em uma luta contra homens como eu.

Houve uma intervenção do CDHU e na ocasião me voluntariei a Conselheiro Fiscal. Mas não discutem nada comigo e nem me deixam fiscalizar.

Seria bom destituir o corpo administrativo, contudo, dada a influência sobre os moradores eu acredito que não me sairia bem.

A solução seria eu me mudar, mas não tenho condições financeiras para isso.

Existe alguma forma de multar ou pedir a cassação desta Associação, porque, para mim, o condomínio já é uma associação de moradores que garante o direito para homens, mulheres, crianças e idosos, também os pets. Não há necessidade de uma associação só para mulheres.

Imagem de perfil Roberto Miranda
Conselheiro(a)


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