Portão de garagem que fecha “no escuro”: até onde vai a responsabilidade do morador?

Moro em um condomínio onde o portão da garagem fecha automaticamente após um tempo fixo, sem aviso sonoro, visual, sensor de presença ou possibilidade de interromper o movimento pelo controle. O portão basicamente funciona de forma arbitrária.

À noite (por volta das 23h), ao entrar pela rampa íngreme, levei alguns minutos para concluir a subida, pois tinha pouca experiência com esse acesso (era o primeiro dia ali) e o carro morreu algumas vezes. Durante a manobra, o portão começou a fechar sozinho e encostou no carro, causando dano material (amassado, pintura e antena). Ao perceber o contato, freiei imediatamente, e o portão não sofreu dano relevante.
Adendo: o controle remoto pena muito para funcionar.

Considerando a dinâmica humana e esse funcionamento automático imprevisível, isso costuma ser visto como falha do usuário, do sistema ou ambos? É razoável esperar que um usuário médio preveja esse fechamento? Qual costuma ser a posição jurídica do morador frente ao condomínio?

Imagem de perfil Guilherme Figueiredo Borges
Inquilino(a)


Respostas 3

Ilustração de um casal procurando por algo que está embaixo do sofá
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